Recuperar o GRUB do Ubuntu/Mint com 3 comandos

Aprenda a reinstalar o GRUB no seu computador para poder gerenciar o seu dual boot facilmente.

Como reinstalar o GRUB

Como reinstalar o GRUB no seu computador

Um dos acontecimentos mais frequentes com os usuários de dual boot é a "perda" do Grub. Um usuário que tem dois sistemas operacionais, Windows e Ubuntu, por exemplo pode ter essa dificuldade ao reinstalar o Windows. Isso acontece quando você precisa, por exemplo, formatar seu velho e defeituoso Windows, que ao ser reinstalado apaga a MBR, local onde são guardadas as informações do disco, como ordem de boot, partições etc.

Resumidamente o processo onde acontece a perda do GRUB acontece quando você instala o Windows depois do Linux no seu computador, o Windows não consegue gerenciar múltiplos sistemas operacionais que não sejam da Microsoft.

Recuperando o GRUB com 3 comandos


Sim, é realmente muito simples, o primeiro passo é você ter a sua disposição um live DVD ou live pen drive do Ubuntu.

Dê boot normalmente, como se você fosse formatar o computador com o Ubuntu, porém, inicie o sistema no modo live, da mesma forma que você faz quando quer testar o sistema antes de instalar.

Uma vez no desktop no modo live procure no menu do sistema o terminal, nele vamos dar 3 comandos para recuperar o grub.

O primeiro comando serve para você identificar em qual partição você tem o Ubuntu instalado.

sudo fdisk -l
A resposta será algo parecido com a imagem abaixo, porém, deve aparecer partições NTFS também:

Recuperar o GRUB

Repare na tabela de partições que é mostrada na metade de baixo da imagem (acima), no lado direito ela informa que a partição /dev/sda1 contém o Linux, ou seja, nessa partição o sistema está instalado, este passo é importante pois ela pode variar (provavelmente vai) de computador para computador.

O segundo passo consiste em montar a partição que você identificou no passo anterior, desta forma, rode este comando modificando a partição conforme a do seu computador.
sudo mount -t ext4 /dev/sda1 /mnt
Onde o texto em vermelho é parte que você deve colocar de acordo com a partição onde o Ubuntu está instalado no seu computador, no meu caso era /dev/sda1 mas poderia ser /dev/sda2 (sda3,sda4..., etc.)

Em azul nós temos o sistema de arquivos, que normalmente é o Ext4, caso você tenha instalado o Ubuntu com outro sistema de arquivos modifique esta sessão, caso contrário não irá funcionar. Se você "apenas" instalou o Ubuntu, a o sistema será o Ext4.

Agora vem o comado que reinstalará o GRUB propriamente dito:
sudo grub-install --root-directory=/mnt /dev/sda
Com isso o seu GRUB estará de volta, reinicie o computador e faça os testes. Até a próxima!


Fonte: http://www.diolinux.com.br/2015/08/como-recuperar-o-grub-do-ubuntu-facilmente.html

Comandos no terminal para detectar hardware no Linux mint

Como identificar a placa mãe do PC sem abri-lo:
 # lshw -class system

Se não estiver presente na distro:
# apt-get install lshw

 
Identificar o tipo e tamanho da memória usada:
Como root: 
"dmidecode -t memory"

 
Também existe um programa completo para identificar e testar o hardware, tipo um "Everest" mas para Linux,se chama "Hardinfo", tem na loja do Mint. 
É muito bom, e é bem completo, faz até banchmarks simples.

RETORNANDO COM O BLOG

Estou retornando com o blog para me ajudar no aprendizado durante minha migração para o universo Linux e vou arquivar aqui as dúvidas e soluções que surgirem durante esse período.
Pretendo também inciar meu grau acadêmico em 2018 e compartilharei aqui meu aprendizado.
Espero conseguir ajudar também outras pessoas.

 LopesNinja

OITO MOTIVOS PARA NÃO CRIAR UM PERFIL NO FACEBOOK PARA UMA CRIANÇA

Com a diversidade de meios de acesso à Internet, é comum ver crianças navegando pela web com total autonomia e acessando redes sociais como o Facebook, por exemplo. No entanto, permitir a entrada “precoce” dos pequenos no mundo online, pode não ser uma boa ideia. O TechTudo reuniu motivos pelos quais a rede pode apresentar riscos para crianças.

1. O Facebook é proibido para menores de 13 anos

Conheça os motivos para não criar um Facebook para criança
De acordo com as regras de uso do próprio Facebook, apenas adolescentes a partir de 13 anos podem criar uma conta na rede social. Apesar de não existir um consenso sobre a idade ideal, o objetivo é permitir apenas a entrada de pessoas que, mesmo ainda muito jovens, já sejam capazes de separar o certo do errado e fazer escolhas baseadas nos seus valores.

De acordo com a coordenadora do Childhood Brasil, Erika Kobayashi, que trabalha em programas sobre proteção infantil como o “Navegar com Segurança”, os responsáveis precisam ficar atentos. “É importante que os pais monitorem seus filhos, e que eles sigam as regras básicas estipuladas pelas redes. É muito importante ter a consciência de que as crianças interagem de muitas formas diferentes e que isso representa perigos”, afirma.

2. Privacidade de fotos e posts expostos

Outro motivo para manter as crianças menores de 13 anos fora do Facebook diz respeito à privacidade de posts e fotos nas redes sociais. É que, mesmo que a nova geração já tenha nascido no mundo online, informações importantes como a configuração de privacidade, podem passar despercebidas se um adulto não 'blindar' o perfil do menor como privado.
“Crianças sozinhas em fotos de perfil ou nos álbuns jamais, isso é uma regra básica. Também vale não disponibilizar publicamente as imagens delas em alta resolução. Cibercriminosos podem usar as fotos de boa qualidade para montagens, ou disponibilizá-las em sites de conteúdo abusivo e pornográfico”, disse Kobayashi. Além disso, manter públicas fotografias de crianças pode ajudar outras crianças que praticam bullying a usá-las de forma inadequada.

3. Rastreamento e localização fácil

As conversas em chats, em geral, oferecem a localização dos usuários na hora de enviar uma mensagem via dispositivos móveis (smartphones e tablets) e alguns computadores. Sem o bloqueio dessas funções, as crianças também podem se tornar alvo fácil de localização.
Além disso, a publicação imediata de fotos – ou os marcadores de fotos – com locais indicados no Facebook, também contribui para localizar esses usuários facilmente.

4. Contato facilitado com estranhos

Uma das funções básicas do Facebook é aproximar pessoas conhecidas e permitir que o usuário conheça outras novas por meio da plataforma. Por isso, qualquer pessoa pode ter acesso ao perfil de uma criança, inclusive desconhecidos, se tiver conta na rede social.
“Os pais precisam ficar atentos aos contatos na rede social. É necessário orientar a criança a não abrir a webcam para qualquer um, assim como não contar detalhes da vida pessoal. Mas o principal, é o que vale na rua também: não conversar com estranhos", orienta Kobayashi.

5. Bullying, assédios e abusos

Nas redes sociais, atitudes como o ciberbullying, o bullying virtual, se tornaram muito mais corriqueiras, assim como assédios e abusos. Por isso, a orientação para ter cuidado com o que é publicado, curtido, compartilhado e comentado na rede social é extremamente válido.
O Facebook mantém campanhas que orientam os usuários a não praticar bullying e avisar ao site sobre atitudes ofensivas. É possível denunciar posts, fotos, vídeos e perfils na rede social.
Assim, as configurações de controle de fotos, a privacidade do perfil e a divulgação da localização da criança se tornam fatores cruciais para a preservação da mesma online.

6. Spam, pornografia, violência

O Facebook não possui ferramentas de controle dos pais na rede. Dessa forma, a criança fica “livre” para ter o acesso à quaisquer conteúdos abusivos disponíveis publicados por outros usuários. E, engana-se quem pensa que isso significa apenas pornografia. Fotos, textos, grupos de discussão e vídeos violentos também circulam pela rede social, e aos montes.
Há também políticas internas para denunciar esse tipo de conteúdo inadequado na rede social. Porém, a ferramenta de alerta não garante que o site fique livre de imagens e textos abusivos que se reproduzem e se renovam todos os dias pelas mãos dos próprios usuários.

7. Links maliciosos, plugins e golpes

O número de golpes, links e plugins maliciosos no Facebook também é grande. Em geral, eles vêm acompanhados de imagens atrativas ou promoções que prometem viagens, smartphones e uma infinidade de outros prêmios. Tudo isso chama a atenção de usuários das mais variadas idades, incluindo crianças que buscam por jogos e outras brincadeiras.
Ao acessarem tais links e serem vítimas de golpes, os pequenos podem acabar divulgando dados pessoais ou adquirindo algum vírus para o dispositivo que usam para acessar a web.

8. Conteúdo pago com dados do cartão dos pais

Os jogos são um dos maiores atrativos para crianças no Facebook. No entanto, alguns conteúdos deles podem ser pagos na rede social. Fazendo uso do cartão dos pais, mesmo quando autorizado, a criança pode disponibilizar dados indevidos, ser vítima de novos golpes bancários e vírus, ou mesmo fazer "compras" acima do limite dado pelo pai ou pela mãe.

É preciso estabelecer limites


Ainda de acordo com Erika Kobayashi, nem sempre as redes sociais são vilãs. Segundo a especialista, há muita coisa boa que a criança pode aprender usando a web e as redes sociais. Mas, para isso, é importante ter uma fiscalização dos pais, que precisam navegar junto com essas crianças e criar limites para o espaço que a Internet ocupa na vida delas.
“É importante que os pais também definam um tempo de navegação. O uso excessivo da web, em geral, pode acarretar outros problemas, como distúrbios do sono, por exemplo”.
Fonte: TechTudo!